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Jovens atiram em feirante durante assalto e são detidos em Espinosa

Criminosos roubaram ainda celular de outra vítima; eles abordavam os trabalhadores quando seguiam para o mercado da cidade. Bala foi retirada da perna do feirante Polícia Militar/Divulgação Um homem, de 23 anos, e um adolescente, de 13, foram detidos nesse sábado (15) suspeitos de participarem de assaltos em Espinosa, no Norte de Minas. Segundo a Polícia Militar, neste sábado os suspeitos cometeram pelo menos dois crimes. As vítimas eram feirantes que seguiam para o mercado da cidade e foram abordadas próximo ao Bairro Soledade. A PM conta que um dos feirantes, de 36 anos, seguia em uma carroça levando produtos a serem comercializados no mercado. Quando passava pela Rua Amélia de Alkimim foi surpreendido por três criminosos encapuzados; um deles estava com um revólver. Os autores golpearam o feirante com um pedaço de madeira e a todo momento pediam por dinheiro e o celular. Durante as agressões, a vítima foi baleada e os autores fugiram. Os militares contam que o feirante conseguiu seguir até o mercado, onde foi socorrido por outros trabalhadores que o encaminharam ao hospital da cidade. O tiro atingiu a perna e a bala foi retirada pelo médico plantonista. Durante o registro da ocorrência, os policiais receberam informações de que outro feirante, de 34 anos, também tinha sido vítima de assalto no mesmo local. Os criminosos levaram um aparelho de celular. A PM iniciou o rastreamento e descobriu que os autores tinham 13, 17 e 23 anos. Os policias foram à casa do jovem de 17, mas ele fugiu ao ver a viatura. No imóvel foram apreendidas uma espingarda garrucha, buchas de maconha e o celular roubado do feirante. Na casa do homem envolvido nos crimes os policiais encontraram ainda o outro adolescente. Os dois foram levados para a delegacia de plantão em Janaúba. Militares fazem buscas para localizar o terceiro envolvido. Veja mais notícias da nossa região em G1 Grande Minas.
Sun, 16 Jun 2019 11:31:23 -0000
Posto de fiscalização no combate à mosca da carambola será reativado no aeroporto de Macapá

Previsão é que serviço volte a funcionar a partir desta semana. Amapá é um dos estados que registram incidência do inseto nos frutos. Posto de fiscalização no combate à mosca da carambola será reativado no aeroporto de Macapá Maksuel Martins/Secom/Divulgação O novo prédio do Aeroporto Internacional de Macapá, inaugurado em abril, ao lado da antiga estrutura, na Zona Central da cidade, terá reativada a campanha de vistoria de frutos em bagagens. O serviço, feito pela Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária (Diagro), deve reiniciar esta semana, com foco na fiscalização para o combate à difusão da mosca da carambola. O serviço estava desativado devido mudanças estruturais para o novo terminal. De acordo com a Diagro, além de fiscalização, o posto também vai atuar com ações educativas. As ações ocorrem dessa maneira até que a agência instale um novo scanner no aeroporto, o que ainda não há previsão para ocorrer. O diretor-presidente da Diagro, José Renato Ribeiro, detalha que os passageiros que embarcam com destino a outros estados serão abordados por agentes do órgão, que farão orientações específicas sobre o transporte de produtos. Mosca da carambola (Bactrocera carambolae) é uma praga quarentenária que pode causar prejuízos à agricultura brasileira Danilo Nascimento/Embrapa/Reprodução Algumas cargas, segundo a Diagro, serão abordadas com o objetivo de evitar que frutos hospedeiros da mosca deixem o estado, o que pode provocar sérios danos para a economia do país, principalmente se esses frutos chegarem a pontos produtores de frutos que são exportados para outros países. “Para estas fiscalizações recebemos o reforço de colaboradores da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Rural que estão finalizando um treinamento sobre a mosca da carambola”, informou Ribeiro. A agência deve colocar informativos no aeroporto sobre quais frutos os passageiros não podem transportar para fora do Amapá. A melhor orientação é que os passageiros que evitem levar frutos nas bagagens. A Diagro estuda a possibilidade de atuar no posto com um cão farejador, que é treinado para auxiliar nas fiscalizações. “Será um reforço a mais nas fiscalizações uma vez que o cão, a exemplo do que é feito no trabalho de combate às drogas, poderá farejar frutos nas bagagens e, com isso, aumentar nossa capacidade de fiscalização”, afirmou o diretor-presidente. Diagro fez visita técnica ao aeroporto antes de retomar serviço de fiscalização Maksuel Martins/Secom/Divulgação De acordo com levantamento realizado em março pela superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Amapá, a mosca só não havia sido identificada este ano nos municípios de Pracuúba, Amapá, Vitória do Jari e Laranjal do Jari. Já os que possuem maior incidência da praga são Macapá, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari e Serra do Navio. A mosca da carambola entrou no Brasil em 1996, pelo município de Oiapoque, a 590 quilômetros de Macapá, e é considerada espécie invasora, originária do sudeste asiático. Por muitos anos, a praga foi mantida sob controle, mas, em 2010 foi identificada em Roraima, e, em 2018, no Pará, o que intensificou o alerta, fazendo com que os órgãos de controle passassem a fortalecer a fiscalização nos portos. Posto de fiscalização no combate à mosca da carambola será reativado no aeroporto de Macapá Maksuel Martins/Secom/Divulgação Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.
Sun, 16 Jun 2019 11:29:26 -0000
Jovem do AP empreende com venda de pipas e lucra cerca de R$ 40 por dia antes das férias

Vendendo cada unidade a R$ 2, João Vitor Silva manta barraca em feira de Macapá e ganha dinheiro para 'investir em sonhos'. João Vitor Silva empreende com a venda de pipas em feira de Macapá Ugor Feio/G1 Uma barraca improvisada em frente à Feira do Produtor no bairro Buritizal, na Zona Sul de Macapá, virou negócio lucrativo para um jovem de apenas 18 anos. João Vitor Silva empreende com a venda de pipas e conta que lucra, em média, R$ 40 por dia, antes mesmo do período de férias escolares. João é paraense e diz que a barraca foi a forma que ele encontrou para economizar dinheiro para "investir em sonhos". Ele explica que a venda é feita aos fins de semana, desde que era adolescente, há pelo menos 4 anos. Cada unidade tem o preço fixo de R$ 2 e o rapaz detalha que produz as pipas com plástico, para aumentar a durabilidade do produto. "Aproveito as férias para vender as pipas para os meninos do bairro. Meu tio manda as talas de Belém e eu faço elas com cores e personagens diferentes, para tentar agradar o gosto de todo mundo. O importante é que tenha uma grande variedade para ninguém ficar com pipas iguais", explicou. Pipas são fabricadas com brasões de times de futebol, personagens de desenhos animados, filmes e heróis Ugor Feio/G1 As pipas são fabricadas com brasões de times de futebol, personagens de desenhos animados, filmes e heróis. Segundo ele, a ideia é acumular renda suficiente para investir seja em montar uma empresa, aplicar em estudos ou mesmo comprar um carro. "Ainda não sei exatamente o que fazer com o dinheiro, mas a ideia é acumular para investir em sonhos. Pode ser motar um negócio pra mim, pagar uma faculdade, comprar meu carro ou mesmo voltar para minha cidade. Não sei ainda. O importante é não ficar parado", contou. Sem cerol, por favor Barraca de pipas de João vende até 16 unidades por dia e ele ressalta que não concorda com o uso do "cerol" Ugor Feio/G1 Além da ajuda do tio, que manda parte do material de outra cidade, o rapaz tem o apoio de amigos e primos que o ajudam com as vendas na barraca. O grupo explica que costuma vender até 16 unidades por dia e ressalta que não concorda com o uso do "cerol" nas linhas, por conta dos riscos de acidentes na rede elétrica e risco de cortes. Cerol é uma mistura feita com cola e vidro, que tem como intenção cortar as linhas de outras pipas no ar. "A gente sempre avisa para os meninos para não usarem o cerol. Aqui a gente nem vende e nem ensina como fazer. O produto é proibido e causa risco de acidentes. Ele pode cortar a mão, a fiação nos postes, além de vários outros problemas", alertou. Nas férias, quando a quantidade de pipas no céu cresce consideravelmente o uso de cerol e das linhas proibidas também aumenta. A Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), alerta sobre o perigo da brincadeira próximo a rede de energia elétrica. Estoque da barraca de pipas de João Vitor Ugor Feio/G1 Segundo a CEA, o número de interrupções no fornecimento de energia no estado, por conta de pipas enroscadas na rede elétrica foi de 121 registros em 2018. E os perigos de brincar perto da estrutura que leva energia não resulta somente em danos no serviço. Este ano, em Macapá, um menino de 14 anos morreu no domingo (9), no bairro Marabaixo, na Zona Oeste da cidade, enquanto brincava. O adolescente levou uma descarga elétrica quando a linha do brinquedo tocou na fiação de um poste. O caso foi agravado porque o rapaz estava em área alagada e foi eletrocutado pela água energizada. A tragédia foi causada ainda por uma rede clandestina de eletricidade, segundo a CEA. Marconi Andrade, gerente de segurança do trabalho da CEA Rede Amazônica/Reprodução O gerente de segurança do trabalho da CEA, Marconi Andrade, alerta que, caso o fio enrosque na fiação, os pais e responsáveis devem orientar a criança a não tentar tirar a pipa do local. A empresa deve ser acionada através do número 116 para atender a ocorrência. "Empinar pipa não é um problema, dede que seja em locais abertos, como praças e campos de futebol. É importante ressaltar que, caso a linha da pipa enrosque na fiação, o ideal é nunca tentar retirar. É melhor perder uma pipa do que perder a vida", alertou. Além do risco à segurança das crianças e adolescentes, Marconi fala ainda sobre os outros danos que podem ser causados pelo uso indevido do brinquedo. "Se a linha dessa pipa estiver úmida, ela pode conduzir energia elétrica e causar uma descarga elétrica em quem está em contato com a linha. Sem falar no fato de que ela pode arrebentar os cabos da rede elétrica e esses cabos energizados podem causar morte de pessoas", finalizou. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.
Sun, 16 Jun 2019 11:29:20 -0000
Pesquisadores da Unesp desenvolvem técnicas para reciclar bitucas de cigarros apreendidos

Além de criarem um material resistente similar ao plástico, pesquisadores de Botucatu (SP) defendem que estudo também ajuda a evitar que resíduos cheguem a rios e mares. Pesquisa é feita em parceria com a Receita Federal. Pesquisadores misturam as bitucas a um polímero e criam uma placa de material resistente semelhante ao plástico TV TEM/Reprodução Pesquisadores da Faculdade de Ciências Agronômicas da Unesp de Botucatu (SP) desenvolveram técnicas que permitem reciclar as bitucas dos cigarros e transformá-las em um material resistente semelhante ao plástico. Segundo o professor Alcides Lopes Leão, coordenador da equipe de pesquisadores, a demanda pela pesquisa surgiu justamente da grande quantidade de cigarros apreendida e o enorme volume de bitucas descartadas incorretamente. Uma parceria com a Receita Federal garante o uso desse material que é apreendido. "A linha de trabalho foi direcionada em como utilizar esse cigarro que foi apreendido, e depois o que fazer com as bitucas", explicou Leão. Segundo os pesquisadores, além de a técnica gerar um material resistente semelhante ao plástico, ela conta com um aspecto ecológico, já que boa parte das bitucas vai parar no chão e, por ação das chuvas, acaba indo para bueiros. Professor Alcides Lopes Leão explica que grande volume de cigarros apreendido motivou ideia da pesquisa para sua destinação TV TEM/Reprodução A professora Ivana Cesarino explica que as bitucas de cigarro podem levar até 20 anos para se decompor. Elas contêm mais de 6 mil substâncias químicas que podem contaminar rios, mares, causar incêndios e entupir galerias pluviais. Com isso, o grupo de estudos começou a desenvolver técnicas de reciclagem destes componentes, principalmente com cigarros apreendidos pela polícia. Pesquisa da Unesp de Botucatu propõe reciclagem para bitucas de cigarros Processo O processo começa pela triagem do material que será reciclado, uma vez que, segundo a professora Ivana Cesarino, nem toda bituca pode ser aproveitada. Ela diz que o material precisa passar por uma análise química. “As bitucas contêm muitos metais pesados, como arsênio e cádmio, e outras moléculas orgânicas, com formaldeído e acetona. Por isso, temos de fazer primeiro uma caracterização química para definir o destino que pode ser dado ao cigarro”, explica a professora. Até cigarros contrabandeados apreendidos pela polícia entram na mistura da reciclagem TV TEM/Reprodução Após essa triagem, as bitucas que servem para a reciclagem se juntam aos cigarros apreendidos pela polícia. Na sequência, tudo é triturado até virar um pó que é misturado a um polímero. O resultado é um material tão resistente quanto o plástico. Ainda de acordo com a professora, Outra opção de reciclagem é usar a bituca do cigarro junto com um polímero reutilizado. Essa mistura é levada a uma máquina que, a uma temperatura de 180ºC, une os dois materiais. A massa é levada a uma prensa e se transforma numa chapa de material resistente, similar ao plástico. “A partir desse material, queremos produzir produtos como réguas, pentes e brinquedos. A ideia é criar um material que possa substituir o plástico e assim diminuir sua demanda pela indústria”, explica o pesquisador Murilo Gibbin Zanzini. Pesquisador Murilo Gibbin Zanzini explica que ideia é diminuir a demanda por plástico na indústria TV TEM/Reprodução Menos bitucas nas ruas Em Botucatu, voluntários de um projeto chamado Cuesta Limpa recolhem materiais descartados irregularmente no meio ambiente. Neste ano, o tema da campanha é justamente a bituca de cigarro. Segundo Fernanda Bernardi, coordenador do projeto, a campanha primeiramente tenta pedir às pessoas para que não fumem, para não gerar a poluição. Para quem não consegue, os voluntários tentam orientar um descarte correto das bitucas, geralmente jogadas nas ruas. Voluntários do projeto Cuesta Limpa recolhem bitucas nas ruas de Botucatu: limpeza com conscientização TV TEM/Reprodução Sentimento semelhante motivou a empresária Amália Leão a criar uma “bituqueira”, que fica instalada em frente ao hotel onde ela trabalha, no centro da cidade. Ela explica que era comum ver os clientes do hotel saindo para a rua para poder fumar e jogar as bitucas no chão. Com a criação dessa caixa para descarte correto das bitucas, a empresária conseguiu melhorar a aparência da calçada em frente ao hotel. Veja mais notícias da região no G1 Bauru e Marília.
Sun, 16 Jun 2019 11:29:15 -0000
Pequenas Empresas & Grandes Negócios: contatos de 16/06/2019
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Espaço multiuso em SP une galeria de arte, salão de beleza, barbearia e café GALERIA RECORTE Rua Augusta, 829 – Consolação São Paulo / SP – CEP: 01305-100 Telefone: (11) 3368-9824 Facebook: https://www.facebook.com/galeriarecorte/ Instagram: https://www.instagram.com/galeriarecorte/ Veja a reportagem: Empresa júnior de estudantes universitários dá consultoria para negócios do mercado real Empresa Júnior Fundação Getulio Vargas R. Itapeva, 432 - Bela Vista São Paulo/SP - CEP: 01332-000 Telefone: (11) 3799-7712 E-mail: contato@ejfgv.com Site: http://ejfgv.com/ MCassavia Materiais para Construção Rua Quatá, 435, Vila Olímpia São Paulo/SP – CEP: 04546-042 Telefone :3841-9552 Email: contato@mcassavia.com.br Site: www.mcassavia.com.br VC no PEGN: Ex-corretor de imóveis investe em oficina de motos e fatura alto Octane Speedlab Rua Vieira de Morais 1642 ,Campo Belo São Paulo/SP – CEP: 04617-006 Telefone: 25063294 Site: www.octanespeedlab.com.br Email: contato@octanespeedlab.com.br PEGN.TEC: Saiba o que causa e como evitar a “frustração digital” em clientes SOFIST /Prevenção e Redução de Problemas em Produtos Digitais Av. Júlio Prestes, 470 - Taquaral - Campinas -SP Telefone: (19) 3291-5321 Site: https://www.sofist.com.br E-mail: negocios@sofist.com.br Instagram: https://www.instagram.com/vemprasofist/ Facebook: https://www.facebook.com/SofistIntelligentSoftwareTesting/ MAXMILHAS Site: https://www.maxmilhas.com.br/ E-mail: maxmilhas@nr-7comunicacao.com.br Instagram: https://www.instagram.com/maxmilhas/?hl=pt-br Facebook: https://www.facebook.com/MaxMilhas/ Veja a reportagem: Empresária cria cursos para ensinar mulheres a fazer reparos dentro de casa Se Vira, Mulher! LTDA Rua Artur de Azevedo, 1902 - Pinheiros (Salão Superior da Cervejaria Zuraffa) São Paulo/ SP – CEP: 01452-020 Telefone: (11) 996203573 Email: contato.seviramulher@gmail.com Site: www.seviramulher.com Veja a reportagem: Empreendedora cria loja que personalizada bichos de pelúcia Criamigos Loja de São Paulo: Jardim Sul Shopping – Rua Itacaiuna, 61, Bairro Vila Andrade São Paulo/SP – CEP: 05716-070 Telefone escritório: (54) 3286-5916 E-mail: contato@criamigos.com.br
Sun, 16 Jun 2019 11:28:46 -0000
Empreendedora cria loja que personalizada bichos de pelúcia
Veronicah Sella viu a ideia nos Estados Unidos e decidiu trazer para o Brasil. Loja já possui 12 franqueados e possui planos de expansão em São Paulo Empreendedora cria loja de personalização de bichos de pelúcia Já pensou em trabalhar personalizando ursinhos de pelúcia? Essa foi a ideia que a empreendedora Veronicah Sella teve. Ela vende bichos de pelúcia personalizados, com todos os detalhes escolhidos pelo cliente. “Nós somos uma oficina de urso de pelúcia. Aqui a gente dá vida pro seu novo amigo.”, diz ela. A Veronicah viu uma ideia parecida nos Estados Unidos, e resolveu, junto com uma sócia, trazer para o Brasil com um investimento inicial de R$ 800 mil. “Ficou dois anos em desenvolvimento de fornecedores, marca, análise de oportunidade", conta. O investimento e pesquisa deram resultado. Hoje a rede tem 12 lojas planejadas para encantar. "A visão é estimulada a todo momento, e o tato. A pessoa pode pegar e quanto mais pegar o urso, mais vinculo ta criando e ninguém desgruda mais.”, conta. É o próprio cliente quem monta veste e enfeita o bichinho de estimação, que tem até certidão de nascimento. O primeiro passo é escolher a pelúcia. Depois as crianças gravam a voz do novo amiguinho. Assim, o brinquedo ganha personalidade. O processo é cheio de rituais de afeto. Eles criam um vínculo entre a criança e o brinquedo, que sai da loja cheio de enfeites. A personalização cria valor. Na loja, um urso de pelúcia normal é vendido por R$ 65. Só que, em média, o consumidor gasta três vezes mais comprando acessórios pra deixar o produto com a cara dele. E tem um monte: sapato, roupa, mochila, casaco, patins, celular smoking, microfone e óculos escuros. São 50 tipos de acessórios, renovados a cada quatro meses, que garantem a recompra e a fidelização do cliente. “E criança está num mundo muito rápido, ele quer novidade. Então com uma roupinha nova, um sapato novo, se torna um brinquedo novo.”, explica a empresária. Para montar uma franquia é necessário o investimento de R$ 300 mil. O faturamento previsto é de R$ 80 mil por mês. A empresária Sandra Uriai abriu uma franquia no fim do ano passado. “Nós temos plano de expansão pra São Paulo, um plano grande agora de mais cinco lojas agora pro segundo semestre.”, declara. A marca aposta no mercado brasileiro, que possui 32 milhões de crianças de 5 a 14 anos. A expectativa é criar um 1,5 milhão de novos bichinhos pelúcia até o fim de 2020. Criamigos Loja de São Paulo: Jardim Sul Shopping – Rua Itacaiuna, 61, Bairro Vila Andrade, São Paulo/SP – CEP: 05716-070 Telefone: (54) 3286-5916 E-mail: contato@criamigos.com.br
Sun, 16 Jun 2019 11:27:48 -0000
Empresária cria cursos para ensinar mulheres a fazer reparos dentro de casa
Empresária fez a divulgação do negócio pelas redes sociais e começou o negócio sem capital. Atualmente o faturamento mensal da empresa é de R$ 15 mil. Empresária cria cursos para ensinar mulheres a fazer reparos dentro de casa Foi-se o tempo em que consertos e reparos dentro de casa era um bicho de sete cabeças para as mulheres. Hoje elas não só consertam como também empreendem na área de marcenaria, hidráulica, jardinagem e elétrica. A empresária Thaís Nobre desenvolveu um bom exemplo de negócio ao criar, em 2017, cursos para ensinar as mulheres a fazer pequenos reparos. “Sou engenheira de controle de automação. Aprendi um pouco de elétrica na faculdade, mas aprendi muito em reparos com meu pai também e quis viabilizar isso para outras mulheres”, conta Thaís. Ela fez divulgação em redes sociais e começou o negócio sem capital. “Não precisei tirar nada do bolso nas primeiras turmas. Abrimos inscrições com pagamento antecipado, e com esse dinheiro comprei material e ai fomos reinvestindo. Em torno de R$ 4,5 mil.” A aluna e empresária Rosângela Pinheiro já fez alguns cursos e abriu uma agência de recrutamento de mulheres que fazem reparos domésticos. “As mulheres estão com vontade de pôr a mão na massa, do que contratar profissional ou esperar o maridão fazer. A mulher fazendo se empoderou: 'eu fiz, com muito orgulho'.” Hoje ela oferece cinco cursos básicos, não profissionalizantes: elétrica, marcenaria, jardinagem, mecânica automotiva e hidráulica. As aulas duram de duas a quatro horas. O ticket médio é de R$ 150. Más há cursos gratuitos e com preços menores, quando são feitos em parceria com empresas. O faturamento mensal é de R$ 15 mil. "Nós temos planos de desenvolver cursos online e isso vai aumentar muito a nossa possibilidade de atendimento, e queremos ir para outras cidades e vai surpreender de novo na conta no final do ano”, planeja Thaís. Se Vira, Mulher! LTDA Rua Artur de Azevedo, 1902 - Pinheiros (Salão Superior da Cervejaria Zuraffa) São Paulo/ SP – CEP: 01452-020 Telefone: (11) 996203573 E-mail: contato.seviramulher@gmail.com Site: www.seviramulher.com
Sun, 16 Jun 2019 11:24:18 -0000
Saiba o que causa e como evitar a 'frustração digital' em clientes
É muito importante que o dono de um negócio digital conheça esse conceito. Empresário criou uma startup para ajudar outras empresas a evitar que um cliente, ou potencial cliente, sofra de 'frustração digital'. Saiba o que causa e como evitar a “frustração digital” em clientes A “frustação digital” ocorre quando o cliente fica insatisfeito com o serviço prestado pelo empreendimento virtual. E na internet é difícil o consumidor dar uma segunda chance para quem não entregou o prometido. Imagine que na frente de cada smartphone tem um cliente em potencial da sua empresa. Ele quer comprar um produto ou um serviço e você vai faturar mais. Só que podem acontecer problemas... Causa e efeito. Quando o consumidor se frustra, quem sofre é o empresário. Uma pesquisa feita por uma empresa de controle de qualidade de software mostrou um prejuízo global de US$ 1,7 trilhão devido a falhas em programas, em 2017. Bruno Abreu, empresário, diz que em toda frustração você deixa de aproveitar uma oportunidade de trazer mais receita para o negócio. E completa: “o que a gente observa é que ainda é um movimento reativo, ou seja, as empresas esperam algo ruim para fazer algo a respeito, para tomar alguma providência. ”, alerta. Bruno criou uma startup para mudar esse processo. O negócio ajuda empresas a evitar que um cliente, ou potencial cliente, sofra de “frustração digital”. “A gente identifica as oportunidades de melhoria, seja um problema, seja algo que já funciona legal, mas que poderia ser algo muito mais legal e a gente indica para o nosso parceiro o quê que ele pode fazer a respeito”, explica Bruno. A empresa do Bruno já identificou 80 mil falhas em empresas e os problemas mais comuns são funcionamento, portabilidade – quando um sistema não funciona em todos os tipos de dispositivos, experiência de uso, falhas de segurança, lentidão – um terço dos consumidores não volta a um site demorado, e falta de feedback ou retorno. E na maioria dos casos, a empresa não fica sabendo de nenhum desses problemas. “Poucos usuários reclamam quando eles têm uma experiência negativa em e-commerces. A pessoa simplesmente para de usar, abre uma outra janela do navegador da internet e acessa o site do concorrente”, conta Bruno. André Agra é diretor de operações de um site que já emitiu dois milhões e meio de passagens aéreas conectando quem quer viajar com quem quer vender milhas. “Nosso modelo de negócio nasce de uma frustração digital, onde o nosso fundador foi comprar uma passagem no site de uma companhia aérea e na página de pagamento o valor quintuplicou, então ele optou por comprar com milhas e daí que nasce a nossa empresa”, explica André Agra. A empresa virou líder no setor no Brasil ouvindo, com muita atenção, as reclamações dos brasileiros. Por exemplo, um botão diferente para fechar a compra deixava o cliente confuso. Nos sites, aplicativos e nas plataformas, qualquer serviço prestado no ambiente virtual é vivo: tem que evoluir sempre para não perder usuários. "Gasta-se muito para trazer um cliente para fazer a primeira compra dentro da plataforma. Então, a partir do momento em que ele vem, você tem que fideliza-lo", alerta Agra. A empresa do Bruno atende a empresas de todos os tamanhos e cobra de acordo com a complexidade do projeto. “Nunca vai dar pra fazer tudo. Frustração zero é muito difícil, mas pode-se sim, escolher coisas a serem feitas pra reduzir.”, afirma. Dois terços das falhas identificadas pela empresa do Bruno são consideradas críticas e de alto impacto para os negócios. SOFIST /Prevenção e Redução de Problemas em Produtos Digitais Av. Júlio Prestes, 470 - Taquaral - Campinas -SP Telefone: (19) 3291-5321 Site: https://www.sofist.com.br E-mail: negocios@sofist.com.br Instagram: https://www.instagram.com/vemprasofist/ Facebook: https://www.facebook.com/SofistIntelligentSoftwareTesting/ MAXMILHAS Site: https://www.maxmilhas.com.br/ E-mail: maxmilhas@nr-7comunicacao.com.br Instagram: https://www.instagram.com/maxmilhas/?hl=pt-br Facebook: https://www.facebook.com/MaxMilhas/
Sun, 16 Jun 2019 11:21:10 -0000
Em 1 ano, cartórios da região registram 125 mudanças de nome e sexo na certidão de nascimento
Levantamento da Arpen/SP mostra que 13 municípios da região de Campinas (SP) realizaram mudanças no registro civil de transgêneros e transexuais até maio deste ano; veja como fazer. Cartórios de Registro Civil da região de Campinas (SP) realizaram 125 procedimentos de mudança de nome e sexo na certidão de nascimento de transgêneros e transexuais no primeiro ano de validade da medida. Os dados são da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen/SP). Das 49 cidades da área de cobertura da EPTV, houve registros de mudanças em 13. Campinas (SP), com 76 mudanças, e Americana (SP), com 19, foram os municípios com mais alterações realizadas. O procedimento passou a ser feito exclusivamente nos cartórios de todo o país em 21 de maio de 2018. Mudanças por cidade Águas de Lindoia: 1 Americana: 19 Amparo: 3 Campinas: 76 Capivari: 1 Indaiatuba: 2 Itapira: 7 Limeira: 1 Lindoia: 1 Mogi Guaçu: 5 Mogi Mirim: 7 Tuiuti: 1 Vinhedo: 1 Como funciona Uma normativa da Corregedoria Nacional de Justiça de 2018 destaca que "toda pessoa maior de 18 anos habilitada à prática dos atos da vida civil poderá requerer a averbação do prenome e do gênero, a fim de adequá-los à identidade autopercebida". O interessado deve se dirigir a qualquer cartório de Registro Civil e preencher pessoalmente o requerimento de alteração, apresentando RG, CPF, título de eleitor, certidões de casamento e de nascimento dos filhos (se existirem), e comprovante de residência. Para a conclusão do processo, o transgênero também deve apresentar certidões dos distribuidores cíveis e criminais da Justiça Estadual e Federal e da Justiça do Trabalho. Todos são obtidos gratuitamente pela internet. Assim que é feita a alteração na certidão de nascimento, o cidadão deve providenciar a mudança do nome e gênero nos demais documentos junto aos respectivos órgãos emissores, como CNH e passaporte. "Uma nova alteração do nome e/ou sexo somente será possível via judicial", informa a Arpen. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Sun, 16 Jun 2019 11:20:35 -0000
Familiares de homem morto que foram atingidos em tiroteio no Morro da Coroa recebem alta

Irmã e sobrinho de cinegrafista morto em casa em um dos acessos à comunidade, no Catumbi, foram atingidos por tiros na perna. Rafael Santos deixa três filhos. Rafael Santos, 34 anos, morreu no Hospital Souza Aguiar na noite deste sábado Reprodução/Redes Sociais A irmã e o sobrinho do cinegrafista Rafael Santos, morto no sábado (15) em um tiroteio no Morro da Coroa, no Catumbi, na Zona Central do Rio de Janeiro, receberam alta do Hospital Souza Aguiar, onde estavam internados. A irmã do cinegrafista, de 38 anos, foi atingida na perna esquerda e o sobrinho dele, de 12 anos, também foi baleado na perna. A família estava em casa, em um dos acessos à comunidade, quando traficantes de uma facção rival tentaram invadir a favela. O portão da casa foi totalmente perfurado. Rafael Santos, de 34 anos, que já prestou serviços para a TV Bandeirantes, SBT e atualmente trabalhava na Rede Fox, foi atingido e chegou a ser levado também para o Souza Aguiar, mas não resistiu aos ferimentos. O cinegrafista tinha três filhos: um menino, de 11 anos, e duas meninas, de 1 e de 6 anos. Uma testemunha contou como ficou sabendo do ocorrido. “A mãe dele ligou desesperada para a gente pegar um carro. Só que a ligação em Santa Teresa é muito ruim. A gente não entendia, a gente só ouvia que ela estava gritando desesperada, falando que tinha alguém ferido e que era para a gente pegar um carro. Só que nenhum carro queria descer por causa do intenso tiroteio”, disse a testemunha. A PM informou que o policiamento foi intensificado na região. Ainda não há informações sobre velório e enterro.
Sun, 16 Jun 2019 11:17:21 -0000